Dia meio nublado mas a temperatura estava boa. Acordamos tarde e resolvemos arrumar alguma coisa das bagagens em casa antes de partir pra Manhattan de encontro ao Júnior. O combinado era de almoçar com ele e depois partirmos pra ver algumas coisitas que deixamos de comprar online.
Encaramos pizza em uma lanchonete onde dizem que a Oprah é assídua frequentadora. Nunca vi a dita por lá, mas a comida tem mesmo o seu valor. O Júnior trouxe uma amiga de trabalho para nos apresentar (Robbin). Infelizmente ela tinha torcido o pé a alguns dias enquanto corria pela cidade. Mas isso não nos impediu de conhecê-la e trocarmos algumas idéias sobre o Brasil e a rotina em NYC. Nos despedimos de toda essa simpatia e partimos pra começar a maratona de consumo.
Encaramos pizza em uma lanchonete onde dizem que a Oprah é assídua frequentadora. Nunca vi a dita por lá, mas a comida tem mesmo o seu valor. O Júnior trouxe uma amiga de trabalho para nos apresentar (Robbin). Infelizmente ela tinha torcido o pé a alguns dias enquanto corria pela cidade. Mas isso não nos impediu de conhecê-la e trocarmos algumas idéias sobre o Brasil e a rotina em NYC. Nos despedimos de toda essa simpatia e partimos pra começar a maratona de consumo.
Fomos direto à loja da Oakley no SoHo, onde o João estava interessado em ver uma bota pra andar de moto. Ele está com planos de adquirir uma dessas estradeiras modernas e já vinha adiantando o restos dos acessórios durante a semana (capacete, jaqueta, luvas...). Chegando lá, fui dar uma olhada nas ofertas e acabou que quem saiu com mais uma bota fui eu! O modelo que ele queria não tinha naquela loja mas iríamos encontrá-lo em outro endereço.
Da Oakley partimos para o Museu do Sexo onde eu queria trazer umas lembrancinhas, digamos, "mais quentes". Os temas que estavam em exposição dessa vez não me chamaram tanta atenção quanto os do ano passado. Nos atemos às compras e isso desenrolou um bocado o nosso cronograma.
Dali fomos a uma loja de bike que eu estava interessadíssimo em conhecer. Chari & Co é uma loja especializada no mercado de bicicletas de pinhão fixo. Já bastante conhecidas pelos corredores de pista e contra-relógio, essas bikes vem ganhando um espaço imenso no uso urbano. Simplicidade mecânica e uma estética toda especial conquistam mais fãs para as fixas diariamente. Eu também já me rendi a elas, ou às suas derivadas, e por isso fui atrás da loja pra buscar umas pecinhas de difícil acesso nas nossas terras tupiniquins.
Apesar de uma certa frieza na recepção, a loja era um paraíso pra quem estava interessado naquele tipo de magrela. Eu tinha mandado um e-mail na semana anterior perguntando sobre um melhor horário ou dia pra trocar uma idéia com os caras, mas fui respondido com um formal "dias úteis, em horário comercial". Pessoalmente, pude quebrar um pouco mais desse gelo, e ao final das compras eles estavam bem mais simpáticos (até porque estava gastando uma boa grana por lá). Perdemos um tempinho no local, mas a visita foi muito proveitosa.
Já era meio da tarde quando decidimos ir procurar a bota do João na outra filial da Oakley. Não havia conhecido essa loja e ela era bem maior do que a do SoHo. Conseguimos encontrar o calçado na numeração certa e eu ainda pude dar um jeito na quantidade de sacolas que se acumulavam em minhas mãos.
Saindo de lá, eu tinha uma decisão importante a ser tomada. Havia combinado de jogar Jyhad com os locais mas o meu contato (que por acaso é o Prince da cidade) já tinha me alertado que talvez não pudesse comparecer. Eu já estava cansado das andanças do dia e ainda com um monte de pacotes nas costas. Se não fosse ao jogo, a opção seria acompanhar o João em um jantar com o nosso casal anfitrião e uma amiga. Liguei pro Adam e ele confirmou que não poderia jogar mas que a galera estaria reunida certamente no endereço indicado. Agradeci pela atenção dele, mas decidi que naquelas condições eu iria aproveitar mais um bom jantar e cama. Infelizmente não consegui dar uns bons bleeds dessa vez, mas a noite ainda seria muito bem aproveitada.
Fomos de encontro ao Júnior que estava nos esperando na saída do trabalho. De lá a gente ainda iria descer até Chinatown para encontrar as garotas num restaurante chamado Sticky Rice. Comida tailandesa era algo que eu nunca havia experimentado. Apesar do cardápio exótico, conseguimos encontrar algo que agradasse a todos. O lugar era pequeno mas aconchegante. Estava rolando uma festa de aniversário de um outro grupo e acho que isso ajudou a dar a impressão errada sobre as dimensões do ambiente. O garçom era brasileiro então tivemos de maneirar nas putarias que a gente conversava normalmente em português. De resto, a noite foi muito boa mesmo...=)
Retornamos por volta da meia noite pra casa. Taxi direto e todo mundo desmaiado no banco de trás.


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