terça-feira, 29 de dezembro de 2009

PESSOA AMADA

A pessoa amada é aquela
Que vai contigo pelo mundo
Afora
Que fica contigo pela noite
Adentro
É teu homem, teu menino
Tua pequena, tua mulher
É aquele alguém que te oferece
O ombro
Que te oferece o lenço
Que ouve o teu soluço
O teu silêncio
É aquele alguém que tu
Tens para te tratar bem
É aquele alguém que te espera
Sentado
Que te aplaude de pé.

Mira Alves

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Tribo de Jah - Me Satisfaz a Alma...=**



O não diga que tudo acabou
Porque eu não acredito eu digo que não
O não diga que tudo acabou
O que eu não acredito eu digo que não, não

Eu digo que oh... uuu...
Eu gosto, gosto de você assim
Você sabe que oh... uuu...
O quanto eu gosto
O quanto eu sou afim

Você satisfaz minha alma
Satifaz minha alma
Você satisfaz minha alma
Satisfaz minha alma

Cada leve toque
Provoca em mim um choque
Você não vê o bem que pode me fazer
Eu fico feliz por dentro
Todo, todo o tempo

Quando a gente anda juntinho
Me sinto como um rei orgulhoso nos seus domínios
Quando a gente dobra a esquina
Junto com você todo meu ser se ilumina

Você não vê mas devia crer
Que eu te amo, amo
Que eu te amo, amo
Eu te chamo, chamo
Eu te chamo, chamo

Quando a gente dobra a esquina
Junto com você todo meu ser se ilumina
Então eu te abraço forte
Você toda minha sorte
Eu me sinto tão bem
Você faz eu ficar tão zen

Eu tento dizer
Te peço tanto
Não deixe eu sofrer
Só longe do teu encanto
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Sétimo Dia - Preguiça e a volta pra casa...

Acordei cedo com todo mundo tomando café pra sair pro trabalho. O João tinha se enrolado em um pedido de acessórios pra sua nova moto e acabou cancelando toda a bagunça via internet mesmo. Com isso ele ainda tinha uma pancada de coisas a serem compradas e só teria esse dia pra correr atrás de tudo. Eu estava com meu cartão de metrô expirado e pouca grana que compensasse bancar mais um dia de correria desse jeito. Combinamos então que eu ficaria em casa durante esse dia, enquanto ele partia em sua jornada de consumo motociclístico.

Acabei passando uma boa parte da manhã online, matando a saudade de todo mundo que estava no Brasil, combinando alguma coisa pro fim de semana da volta e colocando o papo em dia com quem estivesse disponível para tanto. Lá pelas tantas, dei mais um cochilo e só fui acordar por volta das 15:00hs com o João retornando da cidade. Ombro machucado de tanto carregar sacola e um caminhão de muamba a ser despachada (alguns PS3, computador, capacete, guitarra... pense!...=P

Enquanto ele ficou montando quebra-cabeças com tantos pacotes, eu fui colocar o almoço em dia pois não tinha rolado nada além do café da manhã. Retornei com ele ainda apanhando pra alguns volumes mas, no fim das contas, tudo coube em duas malas médias. Uma delas, inclusive, adquirida à mando do seu pai por lá mesmo (coisa que ele fez muito contrariado mas que, no final, se mostrou como a salvação das suas queridas comprinhas).

Juninho chegou no último minuto e partimos todos ao aeroporto JFK. Ainda deu tempo de torrar os trocados do bolso com mais alguns souvenirs (voltar com dólar pro Brasil pra quê?) e pé na estrada (ou seria nas nuvens...;).

A viagem de volta foi super tranquila até chegarmos em Guarulhos. Zona generalizada na entrega das bagagens e uma fila quilométrica pra passagem pela receita. A loteira estava forte mas tanto eu quanto o João conseguimos escapar da navalha. O João era bem capaz de parir um filho se tivesse sido pego com tanta coisa, mas felizmente tudo deu certo pra todo mundo, pelo menos até este momento. No trecho de São Paulo pra Brasília conseguiram perder a mala mais carregada do nosso amigo! Mas não se preocupem! O susto foi grande mas ela já se encontra novamente em posse de quem é de direito...=P

No geral, esse período em NYC foi muito divertido! Bem menos turístico do que a primeira vez, aproveitei mais pra curtir a cidade em si do que seus pontos de visitação habituais. A companhia do pai do João, e do Morrone também, foi agradabilíssima! Muitos contatos foram feitos para uma próxima vez e a cidade se mostrou ainda mais amigável por diversas ocasiões. Combinamos com o Júnior que na próxima a gente viaja por uns dias pra outro estado daquele país. Novembro tem Metallica no Madison Square Garden e isso se mostrou como uma possibilidade de reencontro também.

Espero que tenham curtido toda essa experiência relatada aqui pelo site. Ano que vem, e que sejam por muitos outros, tem mais...;)

Sexto Dia - Games, games, games...=)

Tempo fechado e, pra variar, o dia só começou depois das 10:00hs. Acordamos e fomos direto pro almoço com o Júnior. O chato de começar as atividades tão tarde é que, só no metrô, a gente já perdia uma hora até o centro de Manhattan. Toda essa preguiça geralmente era cobrada na volta pra casa, quando queríamos chegar logo mas durante a noite os horários entre as viagens são reduzidos. pegamos a já tradicional pizza com o sujeito e partimos para mais compras de última hora.

A idéia era dar uma visitada em uma comic shop já conhecida de outras datas. A Forbidden Planet é o paraíso nerd da grande maçã em termos de quadrinhos, mangás, camisas e modelos em escala. Miniaturas da Enterprise e da Deathstar são o arroz com feijão da loja. Prateleiras e prateleiras forradas dos últimos lançamentos das editoras, além das grandes sagas do passado. Tudo disponível em estoque ou a alguns poucos dias, no caso de encomendas. Estávamos interessados nos bonecos em vinil, e em alguma compra de oportunidade que pudesse surgir da visita.

Antes da parada na Forbidden, assim que a gente sai da estação do metrô, demos de cara com uma loja da Gamestop e eu aproveitei pra fechar alguma coisa que me faltava em termos de jogos. Essa franquia de lojas é muito interessante porque, além de vender os últimos lançamentos do mercado, promove também uma vasta sessão de títulos e periféricos usados com um bom padrão de qualidade. Eu queria pegar um disco rígido maior pro meu 360 e encontrei exatamente esse item numa promoção de usados naquela lojinha. Claro que aproveitei pra levar mais uns três títulos que estavam com preços pra lá de tentadores.

Depois dessas duas paradas, já por meados da tarde, meu caixa estava oficialmente zerado! Esses dois locais são endereço certo pra uma falência imediata de qualquer grande fã de jogos e quadrinhos. Deveria haver uma lei pra que você não adentrasse esses locais com o orçamento apertado! Mas enfim, partimos agora em busca de algumas lembranças pros entes queridos que já estavam ansiosos pelo nosso retorno ao lar.

A primeira parada foi na Sephora, uma grande cadeia de lojas especializada em cosméticos e perfumaria. O João tinha uma boa listinha de pedidos e isso iria tomar um tempinho dele em busca de cada item naquele lugar. Aproveitei que a loja ficava em frente à Union Square e fui namorar algumas bikes fixas que se encontravam acorrentadas pelas redondezas. Várias fotos depois, eis que nos encontramos pra nossa última pernada do dia.

Finalizamos o tour capitalista na Victoria Secrets, conhecida franquia entre as mulheres. O João foi completar a sua lista de pedidos e eu aproveitei pra escolher alguma coisa pra fazer uma média com as garotas também. No geral, acho que acertei na dose, apesar de ser péssimo no quesito "tamanho de roupa feminina". Principalmente roupa íntima...;)

Fechadas as compras (e o caixa) nos encontramos novamente com o Júnior para o retorno ao lar. Ele conseguiu ser dispensado um pouco mais cedo do trabalho e a gente combinou, durante o almoço, que a noite seria de videogame insano! Chegamos em casa largando tudo pela sala e cada um já tomou seu posto nos diversos instrumentos pra começar a bagunça. Jogamos até os dedos doerem (literalmente)!

Dormi como uma pedra, ao final da zona toda...=)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Quinto Dia - Jantar ou Jyhad?

Dia meio nublado mas a temperatura estava boa. Acordamos tarde e resolvemos arrumar alguma coisa das bagagens em casa antes de partir pra Manhattan de encontro ao Júnior. O combinado era de almoçar com ele e depois partirmos pra ver algumas coisitas que deixamos de comprar online.

Encaramos pizza em uma lanchonete onde dizem que a Oprah é assídua frequentadora. Nunca vi a dita por lá, mas a comida tem mesmo o seu valor. O Júnior trouxe uma amiga de trabalho para nos apresentar (Robbin). Infelizmente ela tinha torcido o pé a alguns dias enquanto corria pela cidade. Mas isso não nos impediu de conhecê-la e trocarmos algumas idéias sobre o Brasil e a rotina em NYC. Nos despedimos de toda essa simpatia e partimos pra começar a maratona de consumo.

Fomos direto à loja da Oakley no SoHo, onde o João estava interessado em ver uma bota pra andar de moto. Ele está com planos de adquirir uma dessas estradeiras modernas e já vinha adiantando o restos dos acessórios durante a semana (capacete, jaqueta, luvas...). Chegando lá, fui dar uma olhada nas ofertas e acabou que quem saiu com mais uma bota fui eu! O modelo que ele queria não tinha naquela loja mas iríamos encontrá-lo em outro endereço.

Da Oakley partimos para o Museu do Sexo onde eu queria trazer umas lembrancinhas, digamos, "mais quentes". Os temas que estavam em exposição dessa vez não me chamaram tanta atenção quanto os do ano passado. Nos atemos às compras e isso desenrolou um bocado o nosso cronograma.

Dali fomos a uma loja de bike que eu estava interessadíssimo em conhecer. Chari & Co é uma loja especializada no mercado de bicicletas de pinhão fixo. Já bastante conhecidas pelos corredores de pista e contra-relógio, essas bikes vem ganhando um espaço imenso no uso urbano. Simplicidade mecânica e uma estética toda especial conquistam mais fãs para as fixas diariamente. Eu também já me rendi a elas, ou às suas derivadas, e por isso fui atrás da loja pra buscar umas pecinhas de difícil acesso nas nossas terras tupiniquins.

Apesar de uma certa frieza na recepção, a loja era um paraíso pra quem estava interessado naquele tipo de magrela. Eu tinha mandado um e-mail na semana anterior perguntando sobre um melhor horário ou dia pra trocar uma idéia com os caras, mas fui respondido com um formal "dias úteis, em horário comercial". Pessoalmente, pude quebrar um pouco mais desse gelo, e ao final das compras eles estavam bem mais simpáticos (até porque estava gastando uma boa grana por lá). Perdemos um tempinho no local, mas a visita foi muito proveitosa.

Já era meio da tarde quando decidimos ir procurar a bota do João na outra filial da Oakley. Não havia conhecido essa loja e ela era bem maior do que a do SoHo. Conseguimos encontrar o calçado na numeração certa e eu ainda pude dar um jeito na quantidade de sacolas que se acumulavam em minhas mãos.

Saindo de lá, eu tinha uma decisão importante a ser tomada. Havia combinado de jogar Jyhad com os locais mas o meu contato (que por acaso é o Prince da cidade) já tinha me alertado que talvez não pudesse comparecer. Eu já estava cansado das andanças do dia e ainda com um monte de pacotes nas costas. Se não fosse ao jogo, a opção seria acompanhar o João em um jantar com o nosso casal anfitrião e uma amiga. Liguei pro Adam e ele confirmou que não poderia jogar mas que a galera estaria reunida certamente no endereço indicado. Agradeci pela atenção dele, mas decidi que naquelas condições eu iria aproveitar mais um bom jantar e cama. Infelizmente não consegui dar uns bons bleeds dessa vez, mas a noite ainda seria muito bem aproveitada.

Fomos de encontro ao Júnior que estava nos esperando na saída do trabalho. De lá a gente ainda iria descer até Chinatown para encontrar as garotas num restaurante chamado Sticky Rice. Comida tailandesa era algo que eu nunca havia experimentado. Apesar do cardápio exótico, conseguimos encontrar algo que agradasse a todos. O lugar era pequeno mas aconchegante. Estava rolando uma festa de aniversário de um outro grupo e acho que isso ajudou a dar a impressão errada sobre as dimensões do ambiente. O garçom era brasileiro então tivemos de maneirar nas putarias que a gente conversava normalmente em português. De resto, a noite foi muito boa mesmo...=)

Retornamos por volta da meia noite pra casa. Taxi direto e todo mundo desmaiado no banco de trás.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Quarto Dia - Go Rangers, Go!!...\o/

Dia de sol, tempo bom. Seu João e o Morrone iriam embora naquela tarde então combinamos de acordar bem cedo pra aproveitarmos melhor o dia nos roteiros turísticos. O João queria levar o pai no Memorial do World Trade Center para que ele tivesse uma idéia do que estava sendo construído por lá. Decidimos começar o dia com esse passeio.

No caminho, passamos em frente a um porta-aviões da marinha americana (USS Intrepid) que se encontra encalhado em um pier de Manhattan. Foi deixado dessa maneira propositalmente pois se tornou um museu relembrando os seus tempos de glória. O Morrone já havia comentado que seria uma boa opção a ser visitada e resolvemos que seria a próxima parada depois do WTC.

As obras de reconstrução do novo WTC estão a todo vapor. Lembro que no ano passado a gente conferiu o serviço num buraco em torno de cinco andares de subsolo e hoje elas já estão niveladas onde os carros trafegam normalmente. É difícil explicar a dimensão da área que está sendo reconstruída, mas é algo (visualmente falando) próximo a um estádio de futebol. Imagino que um marco da engenharia moderna.

Na verdade não tem muito o que se ver no lugar hoje, além de um tapume de obras e diversas máquinas e trabalhadores em suas rotinas de serviço. Para nossa sorte, havia uma exposição de carros esportivos num dos prédios comerciais das proximidades. Aproveitamos para conferir as supermáquinas que estavam por lá. Entre elas, me chamou muita atenção doi camaros do modelo novo, reestilizado. Um deles era o Pace Car da Indy e o outro o dublê oficial do Bumble Bee (nosso autobot mais querido)! Foi fantástico ver a dimensão de uma máquina dessa ao vivo.

Partimos dali para conferir o USS Intrepid e toda a sua magnitude. Nunca tinha adentrado uma embarcação desse porte e realmente é um mundo inteiro lá dentro! Vários modelos dos aviões da época se encontravam em escala na pista de pouso do navio. Os aparelhos de rádio, bússolas e outros dispositivos para navegação foram todos restaurados nas diversas salas de comando. Os alojamentos também foram preparados para mostrar aos visitantes as condições de "descanso" dos marinheiros militares. O Intrepid serviu desde a Segunda Guerra Mundial até o final da Guerra do Vietnã, totalizando 30 anos de atividades. Ao final da visitação, eu pude gastar uns trocados com alguns souvenirs e fiz minha própria dogtag como tripulante do porta-aviões. Realmente, um passeio que recomendo a todos, sem exceções!

Já era começo da tarde quando eu resolvi me separar do grupo. O João iria passar mais um tempo com seu pai e o Morrone antes do embarque e eu estava disposto a visitar alguns locais de interesse ainda naquele dia. Me despedi do pessoal e parti direto pra Times Square, onde iria procurar algo pra comer e dar uma conferida nas novidades da ToysRUs desde a minha última visita. Confesso que fiquei um pouco decepcionado com a loja pois não havia nada de muito diferente por lá. Apesar da boa variedade nas sessões de Star Wars e uma bancada imensa dos Transformers, nada de muito novo nas outras coleções. Ainda assim, acabei me perdendo durante toda a tarde conferindo a loja e comprando algumas coisinhas e, quando me dei conta, já deveria estar em casa a uma boa hora! Parti o mais rápido que pude pra casa, onde iria deixar todos os pacotes, encontrar com o João e de lá direto pro estádio.

Hoje a noite era de Hockey! Antes de vir, eu tinha pedido pro Juninho comprar uns ingressos pra gente no jogo da semana e fomos conferir NY Rangers vs Boston Bruins. Metrô direto pro estádio (Madison Square Garden) pois estávamos atrasados pro encontro. Perdemos metade do primeiro período mas tudo bem. Estádio frio (hockey no gelo, né!?) mas nem estava tão lotado então foi muito fácil encontrarmos os lugares e curtir o evento. Infelizmente, o Boston estava num melhor dia e ganhou por 2 a 1 dos Rangers. Mas isso não foi motivo de desânimo por parte da torcida que incentivou o seu time até o último segundo de jogo. Eu estava muito ansioso pra assistir a esse evento e adorei demais! Recomendo a todos que tenham essa oportunidade.

Ao final da partida, voltamos pra casa pra um jantar familiar dessa vez. A Rachel havia feito uma massa maravilhosa e todo estava ansioso pra conferir o resultado. Realmente ela acertou na mão e estava deliciosa, apesar de sem sal. O detalhe do sal o Júnior explicou que é uma medida deles pra diminuir esse ingrediente na dieta do casal. Do meu ponto de vista Não sei o quanto isso é válido pois o que eles tiram de sal, acabam consumindo em açucar (que eu acho que é bem mais prejudicial) indiretamente em todos os alimentos daqui. Mas enfim, não deixou de estar muito saboroso o jantar. Sessãozinha de Guitar Hero 5 só pra fechar a noite e cama...=)

Terceiro Dia - Renovando o Guarda-Roupa...=)

O dia amanheceu ensolarado. Estávamos ainda com o carro que o João havia alugado quando chegamos. Deveria ser entregue hoje e, por esse motivo, eu dei a idéia que seria mais vantajoso a gente utilizá-lo pra uma visita ao Woodbury Premium Outlets nesse dia. O complexo de lojas fica a aproximadamente uns 100km de Manhattan. Um carro à nossa disposição para essa viagem seria muito prático, além de cômodo.

Tomamos o café já pela metade da manhã e partimos então para esse destino. A viagem foi super tranquila. As rodovias daqui parecem tapetes de concreto de tão lisas e bem cuidadas. Claro que os pedágios que encontramos no trajéto ajudam a mantê-las dessa forma. Muitos carros esportivos, e aqueles supercaminhões que mais parecem uma casa sobre rodas, despertavam a curiosodade e alimentavam o papo durante a viagem. Além disso (e da boa música), deu pra colocar o assunto em dia com o Seu João (pai), que se mostrou uma pessoa super descontraída fora do horário comercial...=)

Chegando no local, fomos direto às compras. Era mais ou menos meio-dia, mas ninguém estava com fome por conta do café atrasado. Infelizmente, nem todas as lojas tinham grandes ofertas. As que tinham bons preços, muitas vezes pecavam na numeração (coisa de ponta de estoque mesmo). Isso limitou um tanto as nossas opções. Ainda assim, cada um achou algo que lhe interessava durante o dia. Só o Morrone resistiu bravamente aos impulsos consumistas do grupo e saiu de lá com a carteira ilesa. Ele já tinha me dito no hotel que não estava de olho em nada específico. Acho que no caso dele, foi mais fácil resistir.

Uma coisa interessante que aconteceu por lá foi o encontro com o Otávio. Esse cara jogou comigo no time de paintball que a gente formou aqui em Brasília por uns 4 anos. Depois a galera foi se afastando do esporte, por diversos motivos, e a coisa morreu. A última notícia que tive dele foi de que estaria morando em SP. E eis que estou eu comprando umas besteiras na loja da VictoryInox e vejo o Otávio passando do outro lado do balcão! Foi engraçado o reencontro e podemos colocar o papo em dia nessa ocasião. Figuraça!

Voltamos pra Manhattan por volta das 17:00hs. Trânsito mais intenso, mas sem muitos sustos. O Juninho já tinha nos ligado pra que fossemos nos encontrar com ele e a Rachel naquela noite. Eu e o João ainda teríamos de levar nossas bagagens pra casa do Júnior pois as diárias do hotel fechavam no outro dia, com a partida do Seu João e o Morrone. Deixamos eles no hotel e fomos desenrolar essa história. O carro deveria ser entregue, com tanque cheio, na locadora até as 22:00hs. Apesar de parecer muito tempo, com o trânsito de Manhattan e todo o problema de estacionamento também, só conseguimos realizar tudo isso e entregar o carro às 21:50hs! Em cima da hora mas tempo é dinheiro...;)

Depois do encontro com o nosso casal 20 do Queens, fomos todos jantar fora. Ao estilo americano, botamos o papo em dia em meio a hamburguers, wraps e muito catchup. Dormi como uma pedra nessa noite.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Segundo Dia - Central Park Feelings...

Manhã ensolarada em Manhattan. Decidi sair cedo do hotel e dar uma caminhada pelo Central Park pra matar a saudade. O hotel era bem próximo do local, então eu poderia me dar esse luxo e ainda encontrar com o resto do pessoal para o almoço e os passeios da tarde. Deixei o Morrone avisado e coloquei o pé na estrada, ou melhor, calçada.

Chegando por lá, encontrei uma corrida de rua que estava sendo realizada em combate ao câncer de mama. Nem precisa dizer que o evento estava mais que lotado e parecia estar sendo um sucesso. Tive de esperar por mais ou menos uns 10 minutos só pra cruzar pela avenida que faz a volta no parque, por conta do pelotão de corredores que faziam parte da festa. Famílias inteiras estavam participando da corrida e, durante todo o dia, vimos pessoas com a camisa da corrida circulando pela cidade. Me parece que foi algo que aconteceu em diversos outros locais, naquele mesmo dia.

Depois de contemplar um pouco dessa rotina de parque, e tirar umas fotos pra guardar de recordação, voltei ao hotel pra ver o que o pessoal iria aprontar naquele dia. Tinham acabado de retornar do café e estavam planejando algumas visistas de negócios por lojas específicas espalhadas pela cidade. Como eu não tinha muitos planos para o dia, decidi acompanhá-los nesse intinerário.

Fomos em três grandes lojas de Manhattan: Wholefoods (um supermercado de produtos naturais), Office Depot (uma loja para artigos de escritório) e Crates & Barrels (uma casa de produtos para o lar). As visitas estavam sendo bastante proveitosas pois muitas idéias surgiam em cada uma delas. Enquanto eles trabalhavam, eu aproveitava pra conferir alguma oferta de oportunidade ou apenas a rotina comum à cidade.

Mais tarde, eu e o João fomos ver o movimento que estava rolando na Times Square e aproveitamos pra comer alguma coisa por lá. Era noite do VMA da MTV e havia um imenso telão transmitindo ao vivo para o local. Colocamos o papo em dia, enquanto apreciávamos a fauna e a flora daquele meio-ambiente. Por volta das onze a gente retornou para o hotel e demos por encerradas as atividades do dia.


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domingo, 13 de setembro de 2009

Primeiro Dia - In a State of Trance...\o/

Sabadão começa com chuva e tempo fechado. A previsão do João era de alugar um carro e sair de NYC, com seu pai, pra visitar umas lojas à negócios. Eu teria de decidir se o acompanhava nesse dia ou me aventurava a participar de um outro evento que me marcaria muito.

O Dutch Festival é uma celebração da cultura holandesa que estava acontecendo durante esse fim de semana numa ilha nos arredores de Manhattan. Nesse dia iria ocorrer um show gratuito de nada menos do que o DJ, holandês, de Trance Progressivo eleito como o número um do mundo por cinco anos consecutivos! Armin van Buuren produz um programa semanal entitulado A State of Trance que eu não deixo de escutar nenhum episódio a mais ou menos uns dois anos. O que seria perder uma apresentação única como essa na vida de um dos seus maiores fãs!?!

Após o café da manhã, decidi correr atrás da minha oportunidade e fui direto ao Pier 11 da South Ferry. Pra chegar em Governor Island, a ilha onde estava ocorrendo esse festival, eu deveria pegar uma balsa chamada de Water Taxi, cuja passagem custa 10 doletas. Esse seria o único custo pra se viver este momento histórico em minha vida!

O lugar era maravilhoso de lindo! Logo na entrada estavam atracados alguns veleiros do que parecia ser uma regata de equipes que iria iniciar em breve. Varios personagens caracterizados, imagino que típicos da cultura holandesa, estavam presentes para oferecer uma calorosa recepção a todos os visitantes.


Me dirigi de imediato ao palco onde aconteceria o show e de cara já fui imerso numa atmosfera inspiradora. Toda a infra-estrutura estava montada para uma tarde de muito Trance e público selecionado. Banheiros, praça de alimentação e coberturas em todos os equipamentos para que nem mesmo o clima nublado pudesse estragar a festa. Ainda na passagem de som, tive a oportunidade de conhecer duas pessoas especiais que me fizeram companhia durante toda a tarde.

Andrés e Lorena eram dois jovens colombianos, muito simpáticos, que também estavam ansiosos pelo início da festa. Batemos um papo amistoso até a chegada do Armin às pick-ups. O tempo não estava ajudando muito e garoava alternadamente durante toda a tarde. Mas nem a leve chuva, impediu que tudo acontecesse como planejado pela organização e esperado pelos fãs.

Armin demonstrou ser um dos artistas mais carismáticos do seu meio. De cara conquistou o público presente com muita interação e músicas mais do que inspiradoras no seu setlist. Engraçado era notar como alguns americanos tentavam dançar as músicas com passos de hip-hop e street-dance! Um choque de culturas por diversas vezes engraçado.

Em meio a essa festa, conheci uma modelo espanhola que falava português e estava divulgando uma conhecida boate de Manhattan. Prachá é um nome bastante comum para a cena de música eletrônica nova-iorquina e, nessa noite, a entrada deste nightclub para quem estava participando daquela festa era gratuita. Ou seja, o after-party já tinha lugar certo para acontecer!

Já ao final do evento, Andrés ainda não havia parado de dançar mas a Lorena parece que já não estava na mesma disposição. Me despedi dessas fantásticas pessoas e já aproveitei a momentânea solidão para conhecer Melody, uma linda morena de Connecticut. Trocamos alguns passos de dança mas, como já era meio que fim de festa (3 horas direto), a coisa não evoluiu muito mais do que isso. Apesar da brincadeira ter sido curta, deu tempo de ensinar algumas besteiras em português e tirar uma foto pra ficar na lembrança.

Já estava mais do que pregado quando peguei a balsa de volta para Manhattan. Isso seria apenas o começo do retorno ao hotel pois ainda iria encarar muita espera no metrô e umas tantas estações no trajéto. Não foi tempo de nada perdido pois ainda tive a oportunidade de conhecer duas lindas amigas russas com quem pude enriquecer o meu parco vocabulário nessa língua. Super gostoso o papo mas elas desceriam algumas estações mais próximas do que a minha.

Chegando ao hotel, só me restou a lembrança das excelentes companhias que pude encontrar ao longo do dia e de todas as sensações que o Trance de Armin van Buuren imprimiu naquela tarde mágica ao longo do Hudson River. Sorry Prachá, mas dormi como uma pedra e sonhei com as anjinhas...;)

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A viagem de ida e o jogo que não rolou...

Depois de uma semana super corrida e de muitas horas extras no trabalho, eis que surge o momento de início da nossa viagem. O vôo para São Paulo saia de madrugada aqui de Brasília (4:30am da Sexta). Decidi então fazer as malas na noite de Quinta e dar uma enrolada pra tirar o sono no avião.

O João passou por volta das 3:00hs pra me pegar em casa e fomos então buscar o seu pai e depois direto para o aeroporto. Na correria, o seu João havia deixado o passaporte na empresa e por isso tivemos que trabalhar em equipe pra que todos pudessem embarcar a tempo. Apesar do susto, tudo correu como o planejado e por volta das 7:00hs estávamos nos encontrando com o Morrone em Guarulhos. Grupo completo para o embarque para New York.

Todo esse trajéto foi razoavelmente tranquilo. Pelo menos da minha parte, pois o João teve uma crise de gastrite e passou mal por várias vezes seguidas. Chegamos em NYC por volta das 17:30hs (local time) embaixo de chuva.

Na alfândega foi a minha vez de esquecer os formulários de acesso dentro do avião e ter de preencher tudo de novo enquanto esperávamos o atendimento na fila. Por acaso, imensa! E nós ainda fomos os últimos a serem atendidos.

Após umas poucas perguntas de uma simpática fiscal de fronteira, lá estava eu liberado pra começar a curtir essa semana em Manhattan. Conseguimos ainda encontrar com o Juninho e a Rachel (nossos anfitriões) no aeroporto mas só iríamos nos ver de novo na segunda-feira, pois eles também estavam de viagem marcada naquele instante e só aguardavam o aviso para o embarque.

Depois de um rápido lanche no aeroporto mesmo, nos dirigimos para o hotel. O João, seu pai e o Morrone fechariam o seu dia por ali. Eu ainda tinha planos de jogar um Jyhad com o grupo de NYC naquela noite. Logo que pude deixar tudo em ordem no quarto, saquei meus baralhos e me coloquei à caminho.

Infelizmente, já era bem tarde quando isso aconteceu. Por volta das 22:30 eu ainda estava enrolado no metrô e só iria conseguir chegar no local de jogo por volta das 23:00hs. Era uma biblioteca pública que ficava dentro do campus da Columbia University. Estava chuvendo bastante e o único contato de celular que eu tinha estava caindo sempre na caixa postal. Pra ajudar ainda mais, dei de cara com uma bibliotecária nada amistosa em receber um latino do inglês macarrônico dizendo que iria jogar cartas num jogo de vampiro naquele lugar. Ou seja, viagem mais que perdida dessa vez.

Na volta pro hotel, decidi dar uma parada na Times Square pra pegar meu New York Pass. Cartãozinho mágico, apresentado pela minha irmã, que me daria entrada gratuita em vários pontos turísticos da cidade, além de descontos em vários estabelecimentos comerciais conveniados. Na saída do metrô já dou de cara com aquele espetáculo de luz e cores que é esse lugar! É realmente fascinante estar cercado por tantos outdoors e letreiros gigantescos te bombardeando com muito mais informação do que você talvez estivesse disposto a receber.

Estava justamente na hora da saída de um show de rock de uma banda chamada Down. Ainda consegui pegar umas belas gatinhas dessa tribo desfilando pelo lugar, além dos caras arrumando briga com os negões do hip-hop, que os incentivavam chamando-os de KKK.

Depois do circo, cheguei no hotel por volta das 1:00hs da madruga e claro que todo mundo já estava no terceiro sono. Fechei o dia por ali pois ai da tinha uma decisão a ser tomada logo cedo naquela manhã de Sábado...=)


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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Big Apple, here we go again!...=)


Botar o cartão de vacinas em dia, deixar todas as contas pagas, realizar todos os pedidos online e confirmar a entrega no endereço correto, cortar o cabelo, fazer as malas, trocar os dólares, agendar as passagens... E tudo isso fazendo duas horas extras por dia pra pagar por uma semana fora da senzala!

Mais uma vez retorno à grande maçã. Viagem combinada desde o retorno ao lar no ano passado, mas que vai acabar solitária dessa vez. Vou acompanhando o João em uma viagem à trabalho com o pai dele e, por este motivo, só devo ter a sua companhia no finalzinho do período.

Mas não tem problema por que dessa vez muita coisa promete agitar a minha estada por lá. Jyhad, Trance, Bike, Hockey no gelo, Central Park e um cartãozinho mágico que me promete entrada gratuita em quase tudo que é monumento da cidade!

Fiquem ligados por aqui pois o diário de bordo desse ano só está começando...;)

P.S.: Dessa vez eu estou levando só a máquina fotográfica e o iPhone. Vou tentar atualizar tudo isso aqui direto desses dois aparelhos, que prometem muitos vídeos e fotos da bagunça.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Metallica - Nothing Else Matters...S2...

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
Hold these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

I Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
Hold these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they say
Never cared for games they play
Never cared for what they do
Never cared for what they know
And I know, yeah!

(solo)

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

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Dedicada a quem tem feito toda a diferença na minha vida...=**

domingo, 5 de julho de 2009

Pedal - Asas Norte/Sul...=)


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Passeio Ciclístico Rodas da Paz...



7a edição deste evento que é sempre muito prestigiado no calendário ciclístico da capital. Em companhia de bons amigos é ainda melhor de participar! Créditos ao Chicão pelo registro do percurso. Que venham os próximos.

sábado, 20 de junho de 2009

Armin van Buuren - Never Say Never Ft Jacqueline Govaert (Myon & Shane 54 Remix)


Stay with me
Wont you wait for me
Care for me
And never say never

Love
Youre in my flesh and bone
Where ever you go Im home
Ill follow you

Youre in my head
In my heart
In my soul
Like the air I breathe

Youre in my head
In my heart
In my soul
Like the air I breathe

Yes youre my favourite need

Ill follow you
Ill follow you

When everything seems lost
Im stuck and falling down
You will guide me home
So promise me

Youll stay with me
Wont you wait for me
Care for me
And never say never

No never say never again
No never say never again

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Friday I´m in Love...S2...

I don't care if monday's blue
tuesday's grey and wednesday too
thursday I don't care about you
it's friday I'm in love

monday you can fall apart
tuesday wednesday break my heart
thursday doesn't even start
it's friday I'm in love

saturday wait
and sunday always comes too late
but friday never hesitate...

I don't care if monday's black
tuesday wednesday heart attack
thursday never looking back
it's friday I'm in love

monday you can hold your head
tuesday wednesday stay in bed
orthursday watch the walls instead
it's friday I'm in love

saturday wait
and sunday always comes too late
but friday never hesitate...

dressed up to the eyes
it's a wonderful surprise
to see your shoes and your spirits rise
throwing out your frown
and just smiling at the sound
and as sleek as a shriek
spinning round and round
always take a big bite
it's such a gorgeous sight
to see you in the middle of the night
you can never get enough
enough of this stuff
it's friday
I'm in love

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.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.S2.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Twitter...=)

Twitter tem impactado um tanto a minha falta por aqui. Com esse lance de micro-blogging, fica tudo tão prático e fácil de se postar diariamente que a gente acaba relaxando um pouco com um site convencional.

Apesar das facilidades, eu vejo que os dois mundos se complementam. Afinal de contas, é muito difícil expressar idéias mais complexas em recadinhos de 140 caracteres.

Pra quem ainda não conhece sobre esse novo fenômeno online, segue um vídeo bastante didático:

Claro que, como tudo nessa vida, em excesso vicia. Seguem mais dois vídeos parodiando o que geralmente ocorre com quem não tem muito foco em seu uso do serviço...;)


Estejam avisados...=D

terça-feira, 24 de março de 2009

Placebo - Every you Every me



Sucker love is heaven sent.
You pucker up, our passion's spent.
My hearts a tart, your body's rent.
My body's broken, yours is bent.

Carve your name into my arm.
Instead of stressed, I lie here charmed.
Cuz there's nothing else to do,
Every me and every you.

Sucker love, a box I choose.
No other box I choose to use.
Another love I would abuse,
No circumstances could excuse.

In the shape of things to come.
Too much poison come undone.
Cuz there's nothing else to do,
Every me and every you.
Every me and every you,
Every Me...he

Sucker love is known to swing.
Prone to cling and waste these things.
Pucker up for heavens sake.
There's never been so much at stake.

I serve my head up on a plate.
It's only comfort, calling late.
Cuz there's nothing else to do,
Every me and every you.
Every me and every you,
Every Me...he

Every me and every you,
Every Me...he

Like the naked leads the blind.
I know I'm selfish, I'm unkind.
Sucker love I always find,
Someone to bruise and leave behind.

All alone in space and time.
There's nothing here but what here's mine.
Something borrowed, something blue.
Every me and every you.
Every me and every you,
Every Me...he

Every me and every you,
Every Me...he
Every Me...he
Every Me...he
Every Me...he

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quinta-feira, 19 de março de 2009

Metallica - Wherever I May Roam



...and the road becomes my bride
I have stripped of all but pride
so in her I do confide
and she keeps me satisfied
gives me all I need
...and with dust in throat I crave
only knowledge will I save
to the game you stay a slave

rover, wanderer
nomad, vagabond
call me what you will
but I'll take my time anywhere
free to speak my mind anywhere
and I'll redefine anywhere
anywhere I may roam

where I lay my head is home
...and the earth becomes my throne
I adapt to the unknown
under wandering stars I've grown
by myself but not alone
I ask no one

...and my ties are severed clean
the less I have the more I gain
off the beaten path I reign
rover wanderer
nomad vagabond
call me what you will

but I'll take my time anywhere
I'm free to speak my mind anywhere
and I'll never mind anywhere
anywhere I may roam
where I lay my head is home
but i'll take my time anywhere
free to speak my mind
and I'll take my find anywhere
anywhere I may roam
where I lay my head is home
carved upon my stone
my body lie, but still I roam
wherever I may roam


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Porque hoje eu estou meio sarraceno...=P

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

32 Primaveras...\o/

Pois é galera, o tempo não para e eis que surgem 32 primaveras no meu currículo. Não passaram em branco pois a minha amada irmã inventou um super churrasco pra comemorar a ocasião. O primeiro ChurRock Band da Milícia do Metal!

O evento não poderia ter sido melhor! Regado de excelente companhia, bebida e comida em abundância e muita animação e alegria por parte de todos os presentes. Seguem as imagens que não me deixam mentir:

http://osny.multiply.com/photos/album/30/32_Primaveras

http://www.youtube.com/watch?v=tzHc3LYFSfo

Realmente foi um dos melhores dias da minha vida! Obrigado a todos que fizeram parte dessa festa. E até o ano que vem...;)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

My K850i Review...=)

Já não é de hoje que eu sou fã dos celulares da Sony Ericsson. Resolvi escrever um review sobre o meu recente favorito. Espero que seja útil pra mais alguém nessa grande rede de informação.


Segue o link:

http://osny.multiply.com/reviews/item/5

Qualquer coisa, reclama aí embaixo...;)