Sabadão começa com chuva e tempo fechado. A previsão do João era de alugar um carro e sair de NYC, com seu pai, pra visitar umas lojas à negócios. Eu teria de decidir se o acompanhava nesse dia ou me aventurava a participar de um outro evento que me marcaria muito.
O Dutch Festival é uma celebração da cultura holandesa que estava acontecendo durante esse fim de semana numa ilha nos arredores de Manhattan. Nesse dia iria ocorrer um show gratuito de nada menos do que o DJ, holandês, de Trance Progressivo eleito como o número um do mundo por cinco anos consecutivos! Armin van Buuren produz um programa semanal entitulado A State of Trance que eu não deixo de escutar nenhum episódio a mais ou menos uns dois anos. O que seria perder uma apresentação única como essa na vida de um dos seus maiores fãs!?!
Após o café da manhã, decidi correr atrás da minha oportunidade e fui direto ao Pier 11 da South Ferry. Pra chegar em Governor Island, a ilha onde estava ocorrendo esse festival, eu deveria pegar uma balsa chamada de Water Taxi, cuja passagem custa 10 doletas. Esse seria o único custo pra se viver este momento histórico em minha vida!
O lugar era maravilhoso de lindo! Logo na entrada estavam atracados alguns veleiros do que parecia ser uma regata de equipes que iria iniciar em breve. Varios personagens caracterizados, imagino que típicos da cultura holandesa, estavam presentes para oferecer uma calorosa recepção a todos os visitantes.

Me dirigi de imediato ao palco onde aconteceria o show e de cara já fui imerso numa atmosfera inspiradora. Toda a infra-estrutura estava montada para uma tarde de muito Trance e público selecionado. Banheiros, praça de alimentação e coberturas em todos os equipamentos para que nem mesmo o clima nublado pudesse estragar a festa. Ainda na passagem de som, tive a oportunidade de conhecer duas pessoas especiais que me fizeram companhia durante toda a tarde.

Andrés e Lorena eram dois jovens colombianos, muito simpáticos, que também estavam ansiosos pelo início da festa. Batemos um papo amistoso até a chegada do Armin às pick-ups. O tempo não estava ajudando muito e garoava alternadamente durante toda a tarde. Mas nem a leve chuva, impediu que tudo acontecesse como planejado pela organização e esperado pelos fãs.
Armin demonstrou ser um dos artistas mais carismáticos do seu meio. De cara conquistou o público presente com muita interação e músicas mais do que inspiradoras no seu setlist. Engraçado era notar como alguns americanos tentavam dançar as músicas com passos de hip-hop e street-dance! Um choque de culturas por diversas vezes engraçado.
O Dutch Festival é uma celebração da cultura holandesa que estava acontecendo durante esse fim de semana numa ilha nos arredores de Manhattan. Nesse dia iria ocorrer um show gratuito de nada menos do que o DJ, holandês, de Trance Progressivo eleito como o número um do mundo por cinco anos consecutivos! Armin van Buuren produz um programa semanal entitulado A State of Trance que eu não deixo de escutar nenhum episódio a mais ou menos uns dois anos. O que seria perder uma apresentação única como essa na vida de um dos seus maiores fãs!?!
Após o café da manhã, decidi correr atrás da minha oportunidade e fui direto ao Pier 11 da South Ferry. Pra chegar em Governor Island, a ilha onde estava ocorrendo esse festival, eu deveria pegar uma balsa chamada de Water Taxi, cuja passagem custa 10 doletas. Esse seria o único custo pra se viver este momento histórico em minha vida!
O lugar era maravilhoso de lindo! Logo na entrada estavam atracados alguns veleiros do que parecia ser uma regata de equipes que iria iniciar em breve. Varios personagens caracterizados, imagino que típicos da cultura holandesa, estavam presentes para oferecer uma calorosa recepção a todos os visitantes.

Me dirigi de imediato ao palco onde aconteceria o show e de cara já fui imerso numa atmosfera inspiradora. Toda a infra-estrutura estava montada para uma tarde de muito Trance e público selecionado. Banheiros, praça de alimentação e coberturas em todos os equipamentos para que nem mesmo o clima nublado pudesse estragar a festa. Ainda na passagem de som, tive a oportunidade de conhecer duas pessoas especiais que me fizeram companhia durante toda a tarde.

Andrés e Lorena eram dois jovens colombianos, muito simpáticos, que também estavam ansiosos pelo início da festa. Batemos um papo amistoso até a chegada do Armin às pick-ups. O tempo não estava ajudando muito e garoava alternadamente durante toda a tarde. Mas nem a leve chuva, impediu que tudo acontecesse como planejado pela organização e esperado pelos fãs.
Armin demonstrou ser um dos artistas mais carismáticos do seu meio. De cara conquistou o público presente com muita interação e músicas mais do que inspiradoras no seu setlist. Engraçado era notar como alguns americanos tentavam dançar as músicas com passos de hip-hop e street-dance! Um choque de culturas por diversas vezes engraçado.
Em meio a essa festa, conheci uma modelo espanhola que falava português e estava divulgando uma conhecida boate de Manhattan. Prachá é um nome bastante comum para a cena de música eletrônica nova-iorquina e, nessa noite, a entrada deste nightclub para quem estava participando daquela festa era gratuita. Ou seja, o after-party já tinha lugar certo para acontecer!
Já ao final do evento, Andrés ainda não havia parado de dançar mas a Lorena parece que já não estava na mesma disposição. Me despedi dessas fantásticas pessoas e já aproveitei a momentânea solidão para conhecer Melody, uma linda morena de Connecticut. Trocamos alguns passos de dança mas, como já era meio que fim de festa (3 horas direto), a coisa não evoluiu muito mais do que isso. Apesar da brincadeira ter sido curta, deu tempo de ensinar algumas besteiras em português e tirar uma foto pra ficar na lembrança.
Já estava mais do que pregado quando peguei a balsa de volta para Manhattan. Isso seria apenas o começo do retorno ao hotel pois ainda iria encarar muita espera no metrô e umas tantas estações no trajéto. Não foi tempo de nada perdido pois ainda tive a oportunidade de conhecer duas lindas amigas russas com quem pude enriquecer o meu parco vocabulário nessa língua. Super gostoso o papo mas elas desceriam algumas estações mais próximas do que a minha.
Já ao final do evento, Andrés ainda não havia parado de dançar mas a Lorena parece que já não estava na mesma disposição. Me despedi dessas fantásticas pessoas e já aproveitei a momentânea solidão para conhecer Melody, uma linda morena de Connecticut. Trocamos alguns passos de dança mas, como já era meio que fim de festa (3 horas direto), a coisa não evoluiu muito mais do que isso. Apesar da brincadeira ter sido curta, deu tempo de ensinar algumas besteiras em português e tirar uma foto pra ficar na lembrança.
Já estava mais do que pregado quando peguei a balsa de volta para Manhattan. Isso seria apenas o começo do retorno ao hotel pois ainda iria encarar muita espera no metrô e umas tantas estações no trajéto. Não foi tempo de nada perdido pois ainda tive a oportunidade de conhecer duas lindas amigas russas com quem pude enriquecer o meu parco vocabulário nessa língua. Super gostoso o papo mas elas desceriam algumas estações mais próximas do que a minha.
Chegando ao hotel, só me restou a lembrança das excelentes companhias que pude encontrar ao longo do dia e de todas as sensações que o Trance de Armin van Buuren imprimiu naquela tarde mágica ao longo do Hudson River. Sorry Prachá, mas dormi como uma pedra e sonhei com as anjinhas...;)
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